22 de maio de 2011

Sem rumo

Desde pequena aquela garota observou a lua. Algo misterioso, mágico, incrível!
Suas fases, suas cores, ela estava sempre mudando.
A garota sempre gostou da lua. 
Ela sempre achou que apenas a lua podia entendê-la.
'Quem eu sou?
Por que todos os dias eu pareço com uma pessoa diferente?
Por que tenho tantas personalidades?
Isso é tão confuso!
Minha cabeça dói porque não consigo encontrar respostas.
Meu coração dói porque não consigo descobrir quem eu realmente sou.
Sou uma pessoa boa? Sou uma pessoa ruim?
Do que eu realmente gosto?'
Ela sempre foi uma garotinha influenciada pela idiotices da sociedade do seu tempo.
(...)
No fim a garotinha cresceu e perdeu seu coração.
Um coração que já havia nascido podre.

A maioria das coisas não possuí um sentido, talvez isso seja algo do tipo.

-E a lua pintada de vermelho anuncia o sangue que está sendo derramado.

Um comentário:

  1. Malu minha linda
    sempre me encantando com
    seus belos poemas!!!
    Parabéns!
    To esperando vc no meu blog!!!
    Valentina

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