As vezes passamos a vida cometendo erros quando confiamos em pessoas erradas, após o primeiro erro cometido você se compromete consigo mesmo a não confiar em mais ninguém.
Após um tempo você percebe que o fardo que está carregando já se tornou pesado demais para apenas uma pessoa e, lá vai você novamente confiar em uma outra pessoa. O tempo passou mas nada mudou. Novamente foi um grande erro da sua vida.
Chega em uma época onde todas as suas esperanças para um mundo melhor acabaram, você começa a ver as pessoas como cobras, que se você as der confiança elas lhe darão o bote e enquanto quebram os seus ossos, aquela dor insuportável será um delírio para as traiçoeiras.
Com o passar dos anos a dor aumenta e você se fecha em seu mundinho preto e branco. Você vive rodeada por diversas pessoas mas, a solidão se tornou sua unica amiga. O desespero toma conta de seu coração. A chuva, que antes era fraca, agora se tornou uma tempestade.
Onde está você Sr. Gelo na Boca para me ouvir nesse momento?
Confiei na pessoa errada e estou sem forças de me levantar desse chão gélido após o bote da traiçoeira.
A chuva não pára, me ajude a fazê-la parar.
A dor se transformou em um fogo que está consumindo com minhas mãos.
Eu tenho medo.
Sr. Gelo na Boca, me mostre que em nossa longa vida podemos confiar nas pessoas sem medo de se machucar.
Confio em você, neste momento, apenas em você. Não se torne uma cobra como todos os outros a quem eu confiei.
Se eu confiar em alguém, procurar compartilhar o meu mundo interno, um mundo que pode ser intangível, incompreensível, por quase todos, eu vou acabar me magoando, ferido pela incompreensão, pela falta de boa vontade, ou até mesmo pela maldade do outro? Quem estava errado? Havia alguém errado? Ou é apenas um desentendimento de sentimentos, de buscas, de desejos de cada um? Eu pensei que o conhecia, mas o que eu sabia?
ResponderExcluirO mundo é vasto, tão fantástico e também tão terrível. Então não cabe a nós conhecer todo ele, termos todas as respostas, cabe a nós estarmos preparados. A vida é um risco por si própria, dados são lançados e o esforço somente não é suficiente. Eu acredito que o nosso grau de segurança e medo depende de como vemos o mundo e o que esperamos de nossa relação com ele. E assim podemos arriscar ou não - intuitivamente, naturalmente, sem medo - sempre errando até um dia acertar...
A borboleta sai do casulo, voa sem medo, ela nem sabe quanto tempo viverá, apenas explora sua liberdade e exibe a beleza guardada, fora do casulo - seu passado, mundo interior...
E talvez seja cedo para dizer isso, mas eu sinto algo muito bom quando penso em você, como se de alguma forma pudéssemos nos entender facilmente. É algo estranho para falar.... Intuição! Torço pelo fim da chuva, pelo fim do medo. Então eu vou estar aqui, à sua espera, e, se bobear, à porta da sua casa para falar algumas bobagens que façam rir, para aprontarmos algo, para apenas estarmos juntos ou até pra fazer apostas esdrúxulas (que diga-se de passagem, eu irei ganhar! =x). Estarei aqui para o que for preciso.
E sinto que posso confiar em você, mas agora me diz, quem é esse tal de "Sr. Gelo na Boca"?? hsioahsiouahs... =x... (duhhhh... não pude perder essa graça! =/).
E pare de escrever essas coisas porque dá vontade de estar com você e eu nem sei onde você está!
"a borboleta de asas azuis ergueu-se aos céus perante meus olhos
ResponderExcluirentão é isso, e não uma cena especial do dia-a-dia
não carrega significados, mas uma insinuação é mantida oculta
e, se você encontrá-la, algo pode mudar"
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